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Espaço de João AntónioO aluno velho (Que quer apanhar o tempo) |
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O Meu Banner Para ti amigo se o quizeres no teu espaço aqui fica o código,leva-o. <a href=http://canojoao.spaces.live.com/
Minawrote:
![]() "Tempo"
A vida pede-nos tempo,
Tempo para tudo...
Tempo para crescer,
No corpo, na alma e na mente.
Tempo para aprender...
Tempo para cantar, dançar, sorrir,
E deixar a música nos hipnotizar...
Tempo para amar, sentir, sonhar,
Olhando a natureza de cores intensas...
Tempo para ver o outro lado da vida,
Recordar, chorar, esquecer...
Tempo...tempo...
Tempo para tudo...
Mas a vida se contradiz,
Dá-nos tempo p´ra viver,
Leva-nos o tempo de ser feliz!
(A propósito de "tempo" pensei deixar-lhe aqui algo que fiz sobre esse tema.
"Tempo" que todos nós vemos escoar pelos nossos dedos, dia a dia, desde que nascemos.)
Um bom fim de semana cheio de paz, alegria e muita saúde, para se manter por muito tempo ainda no topo da escada da vida, na companhia de todos nós.
Beijinho
12 hours ago
Virginia Alveswrote:
14 hours ago
♥ -♥♥-IRA FLOR♥ -♥♥-wrote:
14 hours ago
Vera Regina Cazaubonwrote:
Boa noite querido amigo. Se me permite, nós não somos velhos, somos pessoas com um desgate físico pelo tempo, mas tenho certeza que tua essência interior é jovem, disposta a viver cada minuto de vida com plenitude, beijokas com muito carinho em teu lindo coração.
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18 hours ago
paulawrote:
1 day ago
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November 21 Vão mexer nos meus ossos,será agora?
November 13 VOU LENDO
October 28 É HALLOWEEN!October 10 A VIDA
September 20 AUSÊNCIA
August 21 A LÁGRIMA![]() Passeava os olhos por um livro de poemas,quando reparei nesta obra de Guerra Junqueiro e que um dia tive o previlégio de ouvir pela voz de Maria Dulce,quero passar para os amigos esta maravilha.
-----A LÁGRIMA-----
Manhã de Junho ardente.Uma encosta escalvada,
Seca,deserta e nua,à beira de uma estrada.
Terra ingrata,onde a urze a custo desabrocha,
Bebendo o Sol,comendo o pó,mordendo a rocha.
Sobre uma folha hostil duma figueira brava,
Mendiga que se nutre a pedregulho lava.
A aurora desprendeu,compassiva e divina,
Uma lágrima etérea,enorme e cristalina.
Lágrima tão ideal,tão límpida que,ao vê-la,
Elmos,lanças,clarins,trinta pendões ao vento.
-«No meu diadema,disse o rei,quedando o olhar,
Há safiras sem conta e brilhantes sem par.
Há rubis orientais,sangrentos e doirados,
Como beijos de amor a arder,cristalizados.
Há pérolas que são gotas de mágoa imensa,
Que a Lua chora e verte e o Mar gela e condensa.
Pois brilhamtes,rubis e pérolas de Ofir
Tudo isso eu dou,e vem,ó lágrima,fulgir.
Nesta coroa orgulhosa,olímpica e suprema,
Vendo o globo a meus pés do alto do teu diadema!»
E a lágrima celesta,ingénua e liminosa,
Ouviu,sorriu,tremeu,e quedou silenciosa.
Couraçado de ferro,épico e deslumbrante,
Passa no seu ginete um cavaleiro andante.
E o cavaleiro diz á lágrima irisada:
«Vem brilhar,por Jesus,na cruz da minha espada,
Far-te-ei relampejar,de vitória em vitória,
Na Terra Santa,à luz da Fé,ao sol da Glória!
E à volta há-de guardar-te a minha noiva,ó astro,
Em seu colo auroreal de rosa e de alabastro.
E assim alumiarás com teu vivo esplendor,
Mil combates de heróis e mil sonhos de amor!»
E a lágrima celeste,ingénua e luminosa,
Ouviu,sorriu,tremeu,e quedou silenciosa.
Montado numa mula escura,de caminho,
Passa um velho judeu avarento e mesquinho
Mulas de carga atrás levavam-lhe o tesoiro,
Grandes arcas de cedro abarrotadas d'oiro.
E o velhinho andrajoso e magro como um junco,
O crânio calvo,o olhar febril,o bico adunco.
Vendo a estrela,exclamou:«Oh Deus que maravilha,
Como ela resplandece e tremeluz e brilha!
Com meu oiro em montão podiam-se comprar
Os impérios dos reis e os navios do mar.
E por esse diamante esplêndido trocara
Todo o meu oiro imenso a minha mão avara!»
E a lágrima celeste,ingénua e luminosa,
Ouviu,sorriu,tremeu,e quedou silenciosa.
Debaixo da figueira então um cardo agreste,
Já ressequido,disse à lágrima celeste:
«A terra onde o lilás e a balsamina medra,
Para mim teve sempre coração de pedra.
Se,a queixar-me,ergo ao Céu os braços por acaso,
O Céu manda-me em paga o fogo em que me abraso.
Nunca junto de mim ranchos de namorados
Debandaram,cantando,em noites estreladas...
Voa a ave no azul e passa longe o amor,
Porque ai!Nunca dei sombra e nunca tive flor!...
Ó lágrima de Deus,ó astro,ó gota d'água,
Cai na desolação desta infinita mágoa!»
E a lágrima celeste,ingénua e luminosa,
Tremeu,tremeu,tremeu...e caiu silenciosa!...
E algum tempo depois o triste cardo exangue,
Reverdecendo,dava uma flor cor de sangue,
Dum roxo macerado e dorido e desfeito,
Como as chagas que tem Nosso Senhor no peito.
E ao cálix virginal da pobre flor vermelha
Ia buscar,zumbindo,o mel doirado a abelha!...
July 20 DIA DO AMIGO
July 03 VONTADE DE NADA,SEREI EU???
May 21 PARA UMA GRANDE AMIGA -PARABÉNS E FORÇA FLOR -OS AMIGOS???
March 27 AGRADECIMENTO AOS MEUS AMIGOS
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